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Medeiros critica STF por barrar prorrogação da CPMI do INSS e fala em “interferência” no Legislativo

Segundo o parlamentar, a medida representa uma interferência direta do Judiciário no Legislativo

27/03/2026 às 19h52
Por: Redação Fonte: Assessoria
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O deputado federal José Medeiros criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a prorrogação da investigação da CPMI do INSS. Segundo o parlamentar, a medida representa uma interferência direta do Judiciário no Legislativo e prejudica as investigações sobre o roubo dos aposentados.

A comissão apurava fraudes que vitimaram cerca de 4 milhões de aposentados e possíveis conexões do caso com o Banco Master. Para Medeiros, ao barrar a continuidade da CPMI, ministros do STF “blindaram” os investigados.

"Infelizmente, os ministros do STF fizeram interferência na atuação da CPMI, no Legislativo, e simplesmente blindaram tudo. Foram escandalosas as falas da maioria dos ministros. Fica aqui a nossa solidariedade a todo o povo brasileiro, ao ministro André Mendonça e a tristeza de ver o que está acontecendo", comentou o parlamentar.

O deputado afirmou que o episódio demonstra a necessidade de mudanças no Senado e questionou a atuação de ministros do STF, citando a situação de presos no país, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Não é possível que o país fique refém de ministros que estão fazendo negócio, que viraram advogados de bandidos. A imprensa está noticiando aí que um ministro recebeu R$ 80 milhões através da sua esposa, que ele teve reuniões com essa pessoa, e isso ficar por isso mesmo, simplesmente se blindarem?", questionou.

Medeiros classificou a situação como absurda e disse que, enquanto o governo e o STF trabalham para “blindar os seus”, centenas de pessoas seguem presas sem ter cometido crime.

"É um absurdo ver isso acontecer enquanto milhares de pessoas estão presas sem ter cometido crime algum. Manter o presidente Jair Bolsonaro preso é interferência direta no processo eleitoral, ele está incomunicável. Isso é uma ditadura escancarada, e nós precisamos mudar isso", afirmou.

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