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Mulheres 40+ têm alternativa moderna à cirurgia de varizes

Precisão, estética e recuperação rápida impulsionam a busca por tecnologias como o laser endovenoso (Endolaser), que evita cortes, cicatrizes e lon...

27/04/2026 às 09h11
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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Davi Henrique
Davi Henrique

O número de mulheres com mais de 40 anos que abandonam a cirurgia tradicional de varizes em favor de alternativas minimamente invasivas está crescendo, segundo a cirurgiã vascular Camila Caetano. Entre as opções mais procuradas está o Endolaser, tratamento a laser endovenoso que dispensa cortes e permite retorno rápido às atividades.

Dados internacionais mostram que a insuficiência venosa, causa mais comum das varizes, atinge até 20% da população adulta. No Brasil, o número se aproxima de 38%, atingindo principalmente mulheres e pacientes com mais de 40 anos.

Segundo a cirurgiã vascular Camila Caetano, o Endolaser, técnica de ablação endovenosa a laser, é amplamente utilizado no tratamento de varizes pela sua precisão. "O procedimento utiliza uma fibra óptica introduzida na veia doente com orientação do ultrassom. A energia térmica promove o fechamento da veia, que depois é reabsorvida pelo corpo", explica a especialista.

A médica compara o que muda da cirurgia tradicional para os procedimentos menos invasivos. "Eles dispensam anestesia geral e internação, pois o tratamento pode ser feito em consultório, com anestesia local. Além disso, a recuperação é rápida, com pacientes voltando à atividade em poucos dias, sem longos períodos de repouso".

Diferenças vão além da estética

Segundo Camila, o procedimento gera menos hematomas, menos dor e menor risco de infecção, além de cicatrizes quase invisíveis. "Isso reduz o impacto estético e funcional do tratamento sem comprometer a eficácia, pois apresenta altas taxas de sucesso", diz.

Para mulheres com mais de 40 anos, que muitas vezes acumulam múltiplos papéis como família, trabalho e vida social, a conveniência de um tratamento que não exige longos afastamentos, cirurgia com cortes ou cicatrizes é um diferencial decisivo. O apelo estético também pesa: pernas "bonitas" e simétricas passam a ter importância, assim como existe a preocupação com a melhora da circulação e alívio dos sintomas.

"A combinação de precisão técnica, mínimas intervenções, recuperação acelerada e resultados estéticos visíveis transformou a abordagem vascular, colocando o paciente no centro da escolha ao tratar doença e trazer ganhos funcionais e estéticos", conclui a profissional.

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