Terça, 03 de Fevereiro de 2026
22°C 35°C
Cuiabá, MT

Deputado Dilmar Dal Bosco destaca segurança jurídica ao agro com saída da Abiove da Moratória da Soja

Líder do governo na Assembleia Legislativa avalia decisão como marco institucional para o produtor rural de Mato Grosso

08/01/2026 às 14h07
Por: Redação Fonte: Juninho Poyer – Assessoria de Comunicação de Gabinete
Compartilhe:
Assessoria
Assessoria

A decisão da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) de se desligar do pacto da Moratória da Soja, anunciada nesta segunda-feira (5), repercutiu no meio político e produtivo de Mato Grosso. O deputado estadual, líder do governo na Assembleia Legislativa, destacou o anúncio como um avanço na garantia de segurança jurídica ao produtor rural, ao reafirmar a legislação ambiental brasileira como referência central para o setor.

A saída da entidade ocorre após a entrada em vigor da Lei Estadual nº 12.709/2024, regulamentada pelo Decreto nº 1.795/2025, que estabelece como parâmetro exclusivo o cumprimento do Código Florestal Brasileiro. Com isso, deixam de valer exigências privadas que extrapolavam a legislação nacional, prática criticada por produtores e parlamentares do estado.

Atuação legislativa e defesa do Código Florestal

Ao comentar a decisão, Dilmar Dal Bosco ressaltou o papel da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na condução do debate e na construção de uma solução institucional para o impasse. Segundo o parlamentar, a discussão sempre esteve centrada no respeito à lei e na previsibilidade para quem produz dentro da legalidade.

“A defesa foi clara desde o início: quem produz dentro do que o Código Florestal permite não pode ser impedido de comercializar. A legislação ambiental brasileira é rigorosa, fiscalizável e prevê punições para quem desmata ilegalmente”, afirmou o deputado.

Entenda o que muda com a saída da Moratória da Soja

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelecia restrições à compra do grão produzido em áreas do bioma Amazônia desmatadas após julho de 2008, mesmo quando a abertura da área ocorria de forma legal. Na avaliação de entidades do setor produtivo, o pacto funcionava como um filtro comercial que criava obstáculos adicionais ao produtor regular.

Com a desfiliação da Abiove, as empresas passam a operar exclusivamente com base na legislação ambiental vigente e nos instrumentos oficiais de controle. Para Dilmar Dal Bosco, a mudança não representa flexibilização de regras, mas sim o retorno do debate ao campo institucional.

“Não se trata de afrouxar exigências ambientais, mas de evitar abusos comerciais disfarçados de regras ambientais. Quem está fora da lei deve ser responsabilizado. Quem cumpre a lei precisa ter segurança para produzir e acessar o mercado”, pontuou.

Impactos para Mato Grosso

O deputado avaliou ainda que a decisão fortalece a credibilidade de Mato Grosso, estado que concentra grande parte da produção nacional de soja e mantém extensas áreas preservadas. Para ele, a previsibilidade jurídica contribui para a geração de empregos, renda e arrecadação, além de dar maior estabilidade ao setor agropecuário.

“Defender o produtor legal é também defender o desenvolvimento do estado. Mato Grosso produz, preserva e cumpre a lei, e não pode ser julgado por regras que não passaram pelo Congresso Nacional”, concluiu.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Cuiabá, MT
25°
Tempo nublado

Mín. 22° Máx. 35°

26° Sensação
3.09km/h Vento
89% Umidade
100% (2.92mm) Chance de chuva
06h35 Nascer do sol
19h20 Pôr do sol
Qua 30° 22°
Qui 34° 22°
Sex 25° 22°
Sáb 30° 21°
Dom 28° 22°
Atualizado às 21h01
Economia
Dólar
R$ 5,24 0,00%
Euro
R$ 6,19 -0,03%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 424,629,49 +0,01%
Ibovespa
185,674,44 pts 1.58%